quarta-feira, 24 de junho de 2009

Bit By Bit



Today I'll write a post in English. Cleaning the dust here once again. I'm drawing my ass out. A lot of work, a lot of invitations for projects so busy all the time. And when I have spare time I rest, or I sleep. Which was the today's case slept until 2PM and now I'm sober as.. erm my cat!?

So I solve to take some pictures, to a random illustration, it's one of those things that you do without a particular theme. I always take pictures of me drawing, of the materials etc. I've always found this inspiring.

And I've also managed to capture thing with the camera that when I look into the drawing I don't actually see. Like texture and fine details.

So I began this illustration in a ordinary paper, it was based on a wallpaper I found somewhere in the www and it's influenced by Soul Eater a cool anime and manga that I'm actually following up in my free time. The character Maka instead of holding her weapon with is the character Soul is holding a book.





But why a book? Well this has something to do with a story I'm writing at the moment ^^ not much to say about this it's still in my head tho

This is taking too long because I only do a couple of line once in a while.


Yet I like the result so far, hope I don't screw this up when painting.


I started using nibs, but changed to micron pen 005 oh yeah that thin, never thought I'd change to that. And that why the lines are coming up really cool.

No need so say that you must see pictures in high resolution













Well now enjoy the rest of the pictures, the thing in progress
The focused artist

The colorful side of my desk :)


quinta-feira, 4 de junho de 2009

V Festival Internacional de BD de Beja (I) fotos do iphone




Foi um fim-de-semana espectacular, logo na sexta feira para abrir o festival fomos jogar Snooker bem acompanhados com Craig Thompson, Sierra Hahn (Editora associada da Dark Horse) Geraldes Lino, Marco Mendes e a sua namorada Ligia (se não me engano), Vidazinha e Diogo Campos.

Esta noite foi memorável, pura diversão. Começámos por beber uns copos. E depois após a insistência de Geraldes Lino avançámos para o Snooker.

Aqui Sierra Hahn a dar uma tacada. Boa jogadora e com uma personalidade excelente.
Aqui tentava ajudar Craig Thompon com uma tabela (como se eu fosse jogador disto ehehe!)

Já no sábado com muito mais gente e mais à séria lá fui eu assinar. Na foto Hugo Teixeira, Fernando Gonsales e Craig Thompson. Fiz um pequeno desenho ao Fernando Gonsales e ele ofereceu-me um livro do Niquel Nausea.

O festival de BD de Beja (que considero um dos melhores festivais de BD em portugal), toca-me sempre cá num cantinho especial no meu coração.
Deixo o meu agradecimento ao paulo Monteiro. Pela amabilidade, esforço e dedicação.

Não tenho grandes ambições para já, mas o facto de estar em contacto directo, mais intimista, lado a lado a assinar com aqueles que considero grandes mestres da BD mundial para mim um "Zé Ninguém" é algo absolutamente extraordinário. Não há palavras que o consigam descrever, apenas memórias de momentos vividos que irão perdurar para sempre no meu pensamento.

Não há maior prazer que isto

domingo, 26 de abril de 2009

Estudo Rápido



Voltei, só para limpar as teias de aranha do blog, com um estudo rápido :)

Lápis e aguarela

sábado, 14 de março de 2009

20 anos de Manga na Europa

Duas décadas de mangá no continente europeu deixaram marcas indeléveis na produção e indústria local. Hoje, 40% da indústria de BD no continente tem o dedo dessa estética, que começou a partir da publicação de Akira, de Katsuhiro Otomo, e a partir daí, foi como uma bola de neve, nunca mais parou e foi crescendo. Não foi nem é uma moda, porque modas são coisas passageiras, efémeras: é uma realidade, concreta e sólida, que extrapolou os media em si e tornou-se um movimento cultural que ultrapassou as próprias origens, gerando iniciativas de produção ao redor do mundo – comparativamente, é o rock do traço, influenciando toda uma geração de jovens leitores e artistas. E com tudo isto, o Centre Belge de la Bande Dessinée, em Bruxelas, abriu uma exposição para comemorar as duas décadas de introdução e crescimento dessa estética de origem nipónica que hoje desperta iniciativas, reactiva mercados moribundos – quando não activa mercados inexistentes – e trouxe variedade de géneros para leitores afastados da BD.

O Centre é um dos mais importantes espaços dedicados à BD em território Belga – e falamos de um país onde a BD é levada muito a sério. Será bom lembrar que muitas das grandes obras da BD europeia não são realmente francesas, mas belgas – como o famoso Tintin, de Hergé. A exposição contará com exibição de edições raras, documentos originais, reproduções de objectos e outros marcos da presença “mangática” nestes vinte anos.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Bang Bang 2 e a luta continua...

Como digo algures no livro: ... a luta de publicar BD em Portugal por mero prazer.

Quando faço BD, Muitas vezes acaba-me a paciência e desleixo-me completamente em algumas vinhetas.

O meu storytelling é bastante fluido e dinâmico, mas por causa deste desleixo, e da ânsia de acabar uma prancha acabo por pecar em bastantes aspectos.

Este segundo volume Bang Bang perdeu imensa qualidade na impressão. Fiquei sempre sem saber o que iria sair na impressão final, pois desta vez não tinha tinteiro para fazer testes com várias opções de tramas como no primeiro. No primeiro capítulo queria fazer uma coisa diferente, com linhas e tramas diferentes, mais simples. Acabei aqui por usar só o Photoshop para o fazer. Apesar de manter sempre as margens e de ter cuidado com a posição dos balões e respectiva legendagem, as páginas do livro ficaram demasiado coladas, quase 1 cm, coisa que eu não contava, e por isso em alguns balões torna-se difícil a leitura. terei isto ainda mais em conta para a próxima...


O caso desta prancha abaixo, gostei bastante da transformação que fiz à imortal carrinha, popularmente conhecido por "Pão de Forma" da Volkswagen, recorrendo a revistas e até chegar a este produto final passou por várias fases. O vilão desenhei-o aparte para evitar confusões de linhas e para a perspectiva do veículo me sair de forma mais correcta, alias, faço isto frequêntemente.

Além disso, comecei a usar seriamente o Manga Studio, acabei por me habituar a este programa, é uma ferramenta bastante poderosa, mas não tão simples como o Comicworks, no qual costumava trabalhar (em Japonês mesmo, ou com uma versão parcialmente traduzida.

Ao escrever o argumento, ou pelo menos as ideias base, coisas p
ara me lembrar a mim próprio, ocorreu-me uma ideia para a tortura, uma ideia que me ficou na cabeça durante muito tempo, a ideia do arame farpado, penso ter visto isto num filme, mas não me lembro absolutamente nada, ficou-me sempre aquilo na ideia, sem sequer saber porquê, ou talvez por ser algo que me marcou. Resolvi então ir ao baú das minhas memórias e sacar esta lembrança. A história vai estar repleta de flashbacks a partir de agora, e pretendo manter o mesmo estilo, estilo simples, e muito básico, para contrastar com o restante desenho.

A capa do livro saiu-me quase do nada, já sem muito tempo para produzir uma capa colorida de forma tradicional comecei a digitalizar ilustrações e a colorir, tudo com texturas só a pele e o cabelo dos personagens é que têm cores propriamente ditas, acabando por ficar com um excelente aspecto. Decidi mesmo no último instante colocar o título Bang Bang em Kanji, assim como o nome das personagens...

No próximo post falarei dos cenários, e a importância que eles têm para mim.

Até lá!!!